Ela mora sobre meus olhos, e se devora. Mutila pétalas cor de rosa infinito e embriaga-se estgima, estilo, ovários....
Sintonias a parte, dela o mundo retira seu filamento aromático, e estática que fica, aceita sofrer por onde os sonhos desprezam suas cores, não sabe mais se expressar....Alfineta espaços vazios pra esconder o espinho, onde toca, permanece....Não há chão que não brote, não há olhos que a percam, há corações que a desprezam, em narizes cegos, anósmicos, fazem-na inodora, por não suportar que suas lágrimas exalam certezas e facilidades, em ser uma maravilha natural....
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Assinar:
Postagens (Atom)

